segunda-feira, 26 de setembro de 2016

São João Damasceno, Doutor da Igreja:
Maomé, falso profeta, excogitou nova heresia,
eriçada de coisas ridículas

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



“Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo, continua a enganar os povos.

“São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar; os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos.

“Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio.

“Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé, que havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova.

“Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor que os escritos lhe vinham do céu.

“Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas, onde expõe a sua religião.

“Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada.

“Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou; que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”.


(Fonte: “Fount of Knowledge, part two entitled Heresies in Epitome: How They Began and Whence They Drew Their Origin”, The Fathers of the Church, vol. 37 (Washington, DC: Catholic University of America Press, 1958), pp. 153-160).


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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Mais de 300.000 iranianos se converteram ao cristianismo

Missa de Natal no Irã
Missa de Natal no Irã
Luis Dufaur
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No país dos aiatolás e berço da revolução islâmica xiita há um constante gotejar silencioso de novos cristãos, atraídos do maometanismo, escreveu o site Actuall.

A mídia iraniana não pode falar disso, porque as represálias do governo seriam ferozes. O estranho é que a mídia ocidental não faça sequer menção do fato e passe a imagem de um Islã coeso no fanatismo, que impera absolutamente em seus feudos mais importantes.

A realidade é que no Irã está havendo uma autêntica revolução silenciosa: milhares de muçulmanos xiitas estão se convertendo ao Cristianismo.

A conversão é considerada crime pela lei religiosa do Islã ou Sharia. Mas os novos cristãos preferem desafiar a censura social, familiar, a marginalização, e inclusive o assassinato religioso.

O especialista em Cristianismo no mundo árabe, o libanês Camille Eid, registra um incremento simultâneo das conversões “na Europa e nos países de maioria muçulmana”.

Numa entrevista para a revista “Tempi”, o autor do livro Cristãos vindos do Islã garante que os casos conhecidos podem ser “a ponta do iceberg, posto que em alguns países a renúncia ao Islã está proibida por lei e não existem registros; mas, apesar de tudo isso, também nesses países as conversões ao Cristianismo estão aumentando”.

Segundo Eid, o sacerdote francês Pierre Humblot, expulso recentemente do Irã após 45 anos no país “falou de trezentos mil iranianos convertidos ao Cristianismo, um fenômeno de massa. Isso é incrível, porque no país as celebrações na língua local estão proibidas”.

Trezentos mil é todo um recorde no país que iniciou há quarenta anos a reviravolta fundamentalista radical islâmica.

Camille Eid também cita a filha de Moncef Marzouki, ex-presidente da Tunísia, autora de uma tese sobre as conversões nesse país magrebino.

“Isto foi possível também porque antes os regimes socialistas ou fundamentalistas islâmicos conseguiam frear a difusão da Boa Nova, impedindo o apostolado e a difusão do Evangelho. Mas hoje em dia com a Internet é muito mais fácil descobrir o ensinamento do Cristianismo”, acrescentou.

O fenômeno, que não se pode explicar sem uma especial assistência do Espírito Santo e de Nossa Senhora, acontece também no Ocidente. Na diocese de Hamburgo, foram batizados recentemente 196 maometanos. Algo similar aconteceu em outras cidades alemãs.

Natal no Irã
Natal no Irã
A transformação de alma que moveu esses neocatólicos não pode ser atribuída apenas a fatores terrenos como a guerra na Síria e no Iraque, ou à qualidade de acolhida material oferecida pelo governo alemão.

Camille Eid explica que “na Alemanha a maioria dos conversos é de origem iraniana ou afegã, ou também marroquina”.

Eles provêm de contextos radicalmente diversos da guerra promovida pelo Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

Os registros da igreja francesa contabilizam 4.000 adultos batizados por ano, 4% dos quais são ex-islâmicos. Os dados mais recentes da Áustria mencionam o batismo de quarenta sírios, afegãos e iranianos.

O especialista libanês recusa as afirmações de que essas conversões na Europa obedeceriam ao interesse de obter o asilo político.

Por um lado, não é verdade que os refugiados recebam mais apoio pelo fato de serem cristãos. O que acontece é bem o contrário.

Na Europa, os convertidos correm riscos análogos ou maiores que os convertidos em países maometanos.

Acresce que entre os convertidos franceses há diversos casos de homens que depois do batismo se tornaram sacerdotes ou começaram a falar da fé católica aos outros imigrantes, concluiu.



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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Quando São Lourenço de Brindisi prometeu a vitória
e ordenou atacar

São Lourenço de Brindisi com crucifixo à mão ordena atacar.
São Lourenço de Brindisi com crucifixo à mão ordena atacar.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: São Lourenço de Brindisi líder vitorioso contra os turcos invasores



O Pe. Rohrbacher continua:

“O frade opinou pelo ataque. E, pela segunda vez, assegurou à assembleia uma vitória completa.”

O que evidentemente transmitia uma certeza carismática.

Ele comunicou coragem, naturalmente.

“Tendo diminuído o temor com essa resposta decidiu-se começar a batalha e os soldados foram colocados em posição.”

Ou seja, foi a palavra dele que determinou isso que, humanamente falando, seria possivelmente ou provavelmente uma temeridade.

“Frei Lourenço, a cavalo, colocou-se na primeira linha revestido de seu hábito religioso.”

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Cem crianças recebem a Primeira Comunhão
sob as ameaças do Estado Islâmico

Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque.
Primeira Comunhão de cem crianças em Alqosh, Iraque.
Luis Dufaur
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Há muitas décadas o catolicismo iraquiano vem padecendo a desapiedada hostilidade dos governantes muçulmanos.

O ditador Saddam Hussein nutriu uma política ambígua que com uma mão afagava os líderes religiosos cristãos e com a outra mandava os fiéis a morrer nas frentes de combate mais mortíferas.

Após um breve intervalo pacificador marcado pela presença americana, o Estado Islâmico desatou uma onda exterminadora comparável às perseguições dos primeiros séculos com imensa sequela de mártires.

Mas as massacres, depredações, profanações de igrejas, mosteiros e locais sagrados feitas pelos adeptos religiosamente estritos do Corão não conseguiram tudo o que se tinham proposto.

Exemplo característico aconteceu em Alqosh, aldeia permanentemente ameaçada pelos sequazes do Estado Islâmico.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

São Lourenço de Brindisi líder vitorioso contra os turcos invasores

São Lourenço de Brindisi enfrenta cimitarra com a Cruz.
São Lourenço de Brindisi enfrenta cimitarra com a Cruz.
Luis Dufaur
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A respeito de São Lourenço de Brindisi (1559-1619) diz o Pe. René François Rohrbacher (1789 – 1856) na sua célebre obra “História Universal da Igreja Católica” o seguinte relativo à reconquista da cidade húngara de Székesfehérvár (Alba Regalis) em 1601:

“O imperador Rodolfo II, conhecendo a habilidade do padre Lourenço, empregou-o num trabalho bem difícil. Maomé III, tendo avançado em direção ao Danúbio, anunciava o projeto de invadir a Hungria.”

Rodolfo dizia de Maomé III que este queria penetrar através do Danúbio e da Hungria e da Áustria até a Itália. E que os cavalos de seu exército comessem no altar de São Pedro como se fosse uma manjedoura.

“Rodolfo organizou um exército e convidou todos os príncipes da Alemanha, tanto católicos quanto protestantes, para unirem-se a ele em defesa da Cristandade.

“Mas, temendo que seu convite não fosse bastante eficaz, enviou-lhes o Padre Lourenço. O sucesso do piedoso Capuchinho foi completo. Todos os socorros pedidos foram enviados rapidamente e o arquiduque Matias foi escolhido como generalíssimo do exército cristão.

“Mas não devia terminar aí a missão do bem-aventurado Lourenço. O Senhor lhe reservava um triunfo de outro gênero.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A polícia de Colônia desvenda finalmente
a inaudita onda de crime do Ano Novo

Onda de agressões sexuais e saques no Ano Novo em Colônia
Onda de agressões sexuais e saques no Ano Novo em Colônia
Luis Dufaur
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Sete meses após as agressões sexuais e rapinas de massa praticadas no fim do ano passado em Colônia e em outras cidades alemãs por imigrantes maometanos, pode-se conhecer toda a extensão da agressão coletiva, informou “Slate”.

O relatório da polícia alemã, agora divulgado, constata que cerca de 2.000 homens agrediram sexualmente aproximadamente 1.200 mulheres na noite de Ano Novo.

O número oficialmente reconhecido é quase o dobro das 600 ocorrências por delitos sexuais fornecido pela polícia e autoridades alemãs nos dias dos crimes.

O relatório foi publicado pelo jornal Süddeutsche Zeitung e ecoado pelo Washington Post. Nele está registrado que a polícia estima que houve 600 agressões sexuais somente em Colônia, por volta de 400 em Hamburgo, e que foram identificados 120 suspeitos.

Apenas dois homens foram condenados em juízo, mas ainda há vários processos em andamento, segundo o Washington Post.

A divulgação do balanço policial gerou muita polêmica, pois está ficando cada vez mais claro que o governo alemão praticou uma forma de ocultação dos fatos para não comprometer sua política de favorecimento das invasões islâmicas sob a forma de “Islã pacífico”.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

A vitória heroica e quase miraculosa quando tudo parecia perdido

Jan Sobieski III, rei da Polônia chegou na hora certa para esmagar os turcos nas portas de Viena
Jan Sobieski III, rei da Polônia chegou na hora certa para esmagar os turcos nas portas de Viena
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: Batalha de Viena: a investida das trevas islâmicas



O exército da Santa Liga

João Sobieski havia demorado um tanto para sair de Cracóvia. Afinal, graças ao dinheiro enviado pelo Bem-aventurado Inocêncio XI, foi possível aos poloneses partirem sem mais atraso.

O rei polonês conduzia consigo 25 mil homens, como também seu filho, Tiago Luís de 16 anos, para que o jovem nesta luta alcançasse glória e títulos para lhe suceder.

Finalmente, os poloneses conseguiram reunir-se com os soldados imperiais na cidade de Hollabrunn na noite de 6 de setembro. Juntos atravessaram o rio Danúbio rumo a Viena.

No dia seguinte, o príncipe eleitor da Saxônia, Jorge III, atravessou a ponte com seus 11.000 homens. A seguir, o príncipe Jorge Frederico de Waldeck-Eisenberg com seus 8.400 homens da Francônia e da Suábia.

Por último, atravessou o Danúbio Carlos de Lorena com o restante das tropas imperiais. Em 8 de setembro reuniu-se ao exército cristão o príncipe eleitor Maximiliano II Emanuel, de 24 anos.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Imã na igreja: grave ofensa à fé e à razão

Na Basílica de Santa Maria in Trastevere (Roma),  os líderes islâmicos convidados pela Santa Sé Ben Mohamed e Sami Salem,  de costas para o Evangelho, falaram e fizeram orações do Islã ofensivas contra os cristãos…
Na Basílica de Santa Maria in Trastevere (Roma),
os líderes islâmicos convidados pela Santa Sé Ben Mohamed e Sami Salem,
de costas para o Evangelho, falaram e fizeram orações do Islã ofensivas contra os cristãos…
Roberto de Mattei
(1948 - )
professor de História,
especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.






O presidente da Conferência Episcopal Italiana, cardeal Dom Angelo Bagnasco, criticou aqueles católicos que se mostraram perplexos e, em muitos casos, indignados pelo convite feito aos muçulmanos para rezarem nas igrejas italianas no domingo, dia 31 de julho: “Verdadeiramente não compreendo por quê. O motivo não me parece de fato existente”.

Segundo ele, a participação de milhares de muçulmanos na oração diante do altar pretende ser “uma palavra de condenação e uma tomada de distância absoluta da parte de quem — não somente os muçulmanos — não aceita qualquer forma de violência”.

Na realidade, como observou Mons. Antonio Livi no site La nuova Bussola quotidiana, a participação dos muçulmanos nas cerimônias litúrgicas na Itália e na França foi ao mesmo tempo um ato sacrílego e insensato.

Sacrilégio porque as igrejas católicas, ao contrário das mesquitas, não são centros de conferências ou de propaganda, mas locais sagrados, onde se rende o do culto de adoração a Jesus Cristo, realmente presente “em corpo, sangue, alma e divindade” na Eucaristia. 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Carta de São Bernardo incitando franceses e bávaros
a partirem para a II Cruzada

São Bernardo de Claraval, igreja de Zwettl, ©Wolfgang Sauber.
São Bernardo de Claraval, igreja de Zwettl, ©Wolfgang Sauber.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Com sua grande oratória, São Bernardo de Claraval, Doutor da Igreja, um dos maiores doutores do seu tempo, pregou a II Cruzada aos franceses e aos alemães.

Ele expõe o perigo que corre a Terra Santa. Ele começa mostrando a ofensa feita a Deus pelo fato da terra sagrada cair na mão dos adversários da Fé. Depois ele mostra que ali se deu a Encarnação do Verbo, a pregação de Nosso Senhor Jesus Cristo e toda a vida dEle.

E prova que cada um desses dados por si só bastaria para tornar maldito o povo que pretendesse conquistar a Terra Santa.

Depois ele mostra que não só tentam conquistá-la, mas destruí-la, que os maometanos são selvagens e as relíquias do tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo estão ameaçadas de destruição.

O pensamento se estabelece com lógica. São Bernardo, conhecendo a miséria humana, interpela os guerreiros. Que fazeis, bravos soldados, diante disto? Vós não fazeis nada? Vós tendes muitos pecados, é preciso expiá-los e a ocasião é muito boa. Então fazei essa penitência, ide às Cruzadas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Muçulmanos tornam-se cristãos e ingressam na “Igreja das Catacumbas” no Oriente… e no Ocidente!

Convertidos entram na 'Igreja das Catacumbas' para não serem mortos pelo Islã.
Convertidos entram na 'Igreja das Catacumbas' para não serem mortos pelo Islã.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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A grande mídia fala muito pouco, mas um número crescente de refugiados muçulmanos na Europa está se convertendo ao cristianismo, escreveu o jornal britânico “The Guardian”, citado pelo site “Aleteia”.

Na Áustria, por exemplo, só no primeiro trimestre de 2016 a Igreja Católica registrou 300 pedidos de batismo de adultos, 70% dos quais eram refugiados.

Os fiéis da igreja da Trindade, em Steglitz, Berlim, aumentaram há dois anos de 150 para 700, devido, segundo o pastor Gottfried Martens, às conversões de muçulmanos.

Em Liverpool, Inglaterra, a maioria das cerca de 100 a 140 pessoas que assistem à missa semanal em língua farsi é constituída por imigrantes do Irã e do Afeganistão. Um em cada quatro deles é convertido do islã, conforme levantamento realizado pelo bispo de Bradford, Dom Toby Howarth.

A conversão é uma questão delicada, porque o Corão rotula de apóstatas aqueles que se tornam cristãos e manda matá-los.

Por outro lado, nos círculos eclesiásticos católico-progressistas há muito medo de falar sobre o assunto, para não ofender o “ecumenismo”! Muitas almas que procuram Jesus Cristo são afastadas das igrejas como cães sarnentos para evitar complicações com o bispo ou o imã local!

Uma vez que massas islâmicas invadem a Europa, chegou a hora de os religiosos com verdadeira fé tomarem a iniciativa e pregar-lhes o Evangelho com ensinamentos e exemplos de vida.

domingo, 31 de julho de 2016

Dói o silêncio do Papa

No fundo: a igreja de Saint-Etienne du Rouvray, cenário do sacrílego crime islâmico. Na frente: crucifixo na igreja de St-Vincent em Baux-de Provence.
No fundo: a igreja de Saint-Etienne du Rouvray, cenário do sacrílego crime islâmico.
Na frente: crucifixo na igreja de St-Vincent em Baux-de Provence.
Roberto de Mattei
(1948 - )
professor de História,
especializado nas ideias
religiosas e políticas no
pós-Concilio Vaticano II.




O primeiro mártir do Islã em terra da Europa tem um nome.

É o padre Jacques Hamel, assassinado enquanto celebrava a Santa Missa no dia 26 de julho, na igreja paroquial de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia.

Dois muçulmanos exaltando o Islã invadiram a igreja, e depois de tomar alguns fiéis como refém, degolaram o celebrante e feriram gravemente outro fiel.

Sobre a identidade dos agressores e o ódio anticristão que os moveu não pairam dúvidas.

Em sua agência de notícias Amaq, o Estado Islâmico definiu os dois assaltantes de “nossos soldados”.

O nome de Jacques Hamel se soma ao de milhares de cristãos que todos os dias são queimados, crucificados, decapitados em ódio à sua fé.

Mas o massacre de 26 de julho marca uma guinada, porque é a primeira vez isso que acontece na Europa, lançando uma sombra de medo e consternação nos cristãos do nosso continente.

Obviamente não é possível proteger 50.000 edifícios religiosos na França, e um análogo número de igrejas, paróquias e santuários na Itália e em outros países.

Cada sacerdote é objeto de eventuais ataques, destinados a se multiplicarem, sobretudo após o efeito emulativo engendrado por esses crimes.

“Quantas mortes são necessárias, quantas cabeças decepadas, para que os governos europeus compreendam a situação em que se encontra o Ocidente?”perguntou o cardeal Robert Sarah.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Pe. Jacques Hamel R.I.P.: o crime revelador do Islã,
e não só do Islã...

Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Padre Jacques Hamel R.I.P., degolado na Missa por imigrantes islâmicos
Luis Dufaur
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Vivamente impactados pelo brutal e sacrílego assassinato do Pe. Jacques Hamel, oferecemos a nossos leitores uma tradução livre do inteligente e vibrante comentário de Antoine Burckhardt publicado em seu blog Civilisation Chrétienne. 



O martírio do Pe. Hamel: o tormento dos cristãos orientais agora é o nosso


A ameaça se realizou. Um padre foi degolado por muçulmanos enquanto celebrava a missa. Isso não aconteceu no Iraque, na Nigéria ou no Paquistão, mas numa pequena cidade da Normandia, sob o céu macio da nossa França como diz a canção.

Alguns estão atônitos face ao horror e se perguntam: por que nós? Por que um padre? Por que um homem de 86 anos?

E eles não saem do atordoamento: o padre Hamel mantinha relações amigáveis com a comunidade muçulmana. A mesquita de Saint-Etienne du Rouvray foi construída num terreno oferecido pela paróquia da cidade, informou “Le Point”. 

O medo é legítimo e atinge a todos nós, mas a surpresa é no fundo uma grave falta nossa.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

No Oriente mártires adoram a Eucaristia,
a qual é entregue por religiosos à profanação no Ocidente

Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão. Foto cortesia Diácono Roni Momica
Crianças do campo de refugiados em Erbil (Iraque) na Missa de Primeira Comunhão.
Foto cortesia Diácono Roni Momica
Luis Dufaur
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Dom Francesco Cavina, bispo de Carpi, Itália, visitou o Curdistão iraquiano, no norte de Bagdá.

Ele ficou impressionado com a gratidão dos cristãos pela proteção divina, “sobretudo por terem conservado a fé pela qual estão dispostos a morrer, pois não querem perder o verdadeiro tesouro da vida que é Cristo e a pertencença ao seu Corpo Místico que é a Igreja”, segundo narrou o bispo no seu retorno, informou o jornal italiano “Il Foglio”.

“Os cristãos experimentaram uma profunda sensação de solidão enquanto as milícias jihadistas avançavam. Sentiam-se traídos pelas instituições do governo e, mais dolorosamente ainda, por aqueles que julgavam serem amigos e que não somente os abandonavam, mas os denunciavam” aos fanáticos islâmicos. Após os cristãos abandonarem suas casas, os seguidores de Maomé as invadiram e pilharam todos os seus haveres.

O bispo de Carpi sublinhou “que o Estado islâmico procura eliminar a presença dos cristãos do país constrangendo-os a emigrar. Os cristãos, de fato, não aceitam serem definidos como uma minoria religiosa que no máximo pode ser tolerada”, como impõe o Corão.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Nice: prossegue a guerra de religião

Três djihadistas franceses conclamam os muçulmanos na França em vídeo de propaganda do Estado Islâmico
Três djihadistas franceses conclamam os muçulmanos na França
em vídeo de propaganda do Estado Islâmico
Roberto de Mattei
(1948 - )
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O Papa Francisco tinha razão quando há mais de um ano afirmou que a Terceira Guerra Mundial já havia começado e que está sendo travada “em fragmentos”.

Mas é preciso acrescentar que se trata de uma guerra de religião, pois os motivos dos que a declararam são religiosos e até os homicídios perpetrados em seu nome são de índole ritual.

Francisco qualificou o massacre de Nice de ato de violência cega. Ora, a fúria homicida que induziu o condutor do caminhão a semear a morte na orla marítima não foi um ato irracional de loucura, mas fruto de uma religião que incita ao ódio e instiga à violência.

Os mesmos motivos religiosos desencadearam as carnificinas do Bataclan de Paris, dos aeroportos de Bruxelas e Istambul e do restaurante de Dacca. Por mais bárbaros que tenham sido esses atentados, nenhum deles foi cego, mas foi parte de um plano lucidamente exposto pelo Estado Islâmico em seus documentos.

O porta-voz do EI, Abu al-Adnani, em uma gravação difundida pelo Twitter em fins de maio, lançou um apelo ao assassinato na Europa em nome de Alá, com estas palavras:

“Quebra-lhe a cabeça com uma pedra, assassina-o a facadas, atropela-o, atira-o de um lugar elevado, estrangula-o ou envenena-o.”

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Batalha de Viena: a investida das trevas islâmicas

Os hussardos alados poloneses de Jan Sobieski.
Os hussardos alados poloneses de Jan Sobieski.
Luis Dufaur
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Formada a Santa Liga, o rei polonês João Sobieski liderou os exércitos cristãos para a batalha de salvação da oprimida Áustria. Santos e heróis unidos enfrentaram as hordas de muçulmanos que desejavam o fim da Cristandade.


continuação do post anterior: O Islã às portas de Viena: um Papa santo convoca a Cruzada


“Kara Mustafá continua enfurecendo-se contra a cidade e raivoso como o demônio no Dia do Juízo”, informou um oficial ao relatar a fúria do general muçulmano que cercava a cidade com seu exército.

Para obter do Céu a graça da resistência dos vienenses, em todas as igrejas da Europa foi exposto o Santíssimo Sacramento, por ordem do Papa, Bem-aventurato Inocêncio XI.

No artigo anterior, publicado na edição de novembro de 2015, foi relatada a traição do conde húngaro, Américo Thököly, e a rápida marcha dos otomanos, no ano de 1683, rumo a Viena.

A conquista da capital austríaca era um ponto chave para o sultão Maomé IV realizar o desejo muçulmano, já milenar, de destruir a civilização cristã e conquistar a Europa.

Viena prepara-se para o cerco

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Cardeal de Praga diverge e pede não aceitar muçulmanos, mas só cristãos

Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga: “uma cultura de boas-vindas poderá levar a uma catástrofe monumental”
Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga:
“a cultura de boas-vindas pode levar a uma catástrofe monumental”
Luis Dufaur
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O Cardeal Dominik Duka, arcebispo de Praga, em entrevista ao jornal Lidove Noviny de seu país deixou claro que sua opiniao sobre os imigrantes islâmicos difere do parecer do Papa Francisco, noticiou “Religión Digital”.

Falando das viagens do Papa ao Mediterrâneo para manifestar solidariedade aos migrantes e a decisão do Pontífice de acolher algumas famílias deles no Vaticano, Duka disse que ele se emocionou, mas logo percebeu que “essa não é uma solução completa”.

Mais ainda, prosseguiu o cardeal, “uma cultura de boas-vindas” irrefletida na Europa, aplicada como quer Francisco, poderá levar a uma “catástrofe humanitária e econômica monumental”.

“Quando alguns de nossos cidadãos se manifestam pela acolhida de um milhão ou até de um número ilimitado de refugiados, nós deveríamos lhes perguntar também se estão dispostos a prescindir da quarta parte de seus ingressos”.

O cardeal de Praga falou em sentido contrário à pregação do Papa Francisco por uma “forte integração cultural” dos migrantes na Europa, como explicou na hora de receber o “Prêmio Carlos Magno” da União Europeia.

O purpurado checo defendeu que a melhor solução para os migrantes “é restabelecer os aparelhos do Estado em seus países de origem para lhes garantir uma vida digna lá”.

Obviamente, a proposta do cardeal seria recebida pelas esquerdas comuno-progressistas como “colonialista” e “imperialista”, não obstante tenha dado ótimos frutos no passado.