quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Islã: soldado executa a própria mãe
e rapaz amputa a mão para não ser morto por “blasfêmia”





Um jovem de 20 anos que aderiu à “guerra santa islâmica” do Estado Islâmico (EI) executou de público sua própria mãe.

O “crime” dela teria consistido em tentar convencê-lo a abandonar o grupo criminoso que pratica contínuos assassinatos de cristãos, membros de outras tendências religiosas ou ligados ao Ocidente civilizado.

A informação é do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) e foi reproduzida pelo jornal “O Estado de S.Paulo”.

A mulher viajou 50 quilômetros desde Tabaqa, onde morava, até Raqqa, principal covil dos adeptos incondicionais do Corão, para implorar ao filho que retornasse para casa, pois temia sua morte nos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos EUA.

O jovem já tinha lutado nas fileiras de combatentes islâmicos “moderados”. Quando os líderes do Estado Islâmico viram a mãe falando com o filho, mandaram prendê-la.

Logo depois ordenaram ao filho que a assassinasse com um tiro na cabeça diante de quase 100 pessoas, em uma praça de Raqqa.

Crucifixões praticadas pelo Estado Islâmico
Crucifixões praticadas pelo Estado Islâmico
Por sua vez, a BBC Brasil informou que no Paquistão – país islâmico cujo nome significa “país dos puros” – um menino amputou por iniciativa própria uma de suas mãos, após ter sido acusado publicamente de blasfêmia.

De fato, o adolescente de 15 anos se enganou quando o pregador de uma mesquita na Província de Punjab, no leste do país, fazia perguntas sobre Maomé, pedindo que, em resposta, as crianças levantassem a mão.

Mas o jovem entendeu errado uma das perguntas e levantou a mão num sentido “coranicamente incorreto”.

O pregador islâmico imediatamente acusou o garoto de blasfêmia diante de cem pessoas.

O rapaz percebeu que seria morto, pois é a única pena que o Islã define para esse “crime”. A pena pode ser executada por qualquer pessoa, sem passar por julgamento algum. Também sua família poderia ser linchada.

Voltando a sua casa, ele correu para um cortador de grama, amputou a própria mão, colocou-a num prato e apresentou-a ao clérigo de Bafoma.

Crianças são formadas no crime religioso até em facções do Islã que ficaram parecendo 'moderadas'.
Crianças são formadas no crime religioso
até em facções do Islã que ficaram parecendo 'moderadas'.
O monstruoso gesto de desespero foi religiosamente glorificado no país como exemplo de “fé” no profeta do Islã e em seu livro, o Corão.

No Paquistão, há leis “antiblasfêmia” que, na prática, servem para justificar o martírio dos cristãos e vinganças pessoais entre muçulmanos.

Os fatos divulgados pela imprensa e pela Internet só confirmam mais uma vez que Maomé, segundo Santo Tomás de Aquino, foi portador de “sinais que não faltam em ladrões e tiranos”.

E o Doutor Angélico acrescentou:

“Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei” (Santo Tomás de Aquino, Summa contra Gentiles Livro I, capítulo 6.) 

Veja a Summa contra Gentiles em PDF



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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Milhares de russos reforçam o Estado Islâmico na Síria

Três mil russos no ISIS.
Três mil russos no ISIS.



A ONG Russian Social Council alertou que por volta de 2.500 russos estão combatendo junto aos terroristas do Estado Islâmico na Síria, informou a agência IraqiNews.

Elena Sutormina, chefe da Intercomissão para a cooperação internacional e a diplomacia pública da Câmara Cívica da Federação Russa, explicou:

“Os dados recentes indicam que ali há por volta de 2.500 russos e 7.000 cidadãos de outros estados independentes”, provavelmente se referindo a países membros associados à Federação Russa.

Em uma entrevista para a rádio, Sutormina falou que os militantes russos estão sendo recrutados com especial ênfase entre moradores de aldeias e regiões de montanha “onde não há perspectivas para os jovens”.

Por sua parte, a agência de notícias Euronews estima que cerca de três milhares de russos foram combater na Síria nas fileiras do Estado Islâmico, atraidos pela ideia da luta entre o bem e o mal, martelada aliás insistentemente pela propaganda putinista para justificar o regime russo.

A agência esclareceu que esses soldados não provêm só das regiões da Rússia com população majoritariamente muçulmana.

E se referiu ao Russian Social Council, que estava distribuindo um folheto alertando os jovens para os perigos de embarcar nessa viagem:

“Apercebemo-nos que houve, recentemente, muitos novos convertidos, antigos ateus. Os jovens sentem-se decepcionados e há uma espécie de romantismo enganoso mas apelativo, de que está para acontecer uma luta entre o bem e o mal.

“Quem fizer algo por Alá será o escolhido. Mas nós mostramos que, na realidade, trata-se de um negócio”, explicou, em conferência de imprensa, Elena Sutormina, representante deste movimento.

Trinta por cento dos jovens soldados que partem da Rússia para se juntar aos jihadistas são do Daguestão, república do Cáucaso, entre a Chechênia e o mar Cáspio.

Há ainda as jovens russas que partem com a ideia de casar com combatentes islâmicos.

Varvara Karaúlova, de 19 anos, estudante de filosofia na mais prestigiosa instituição do país, oriunda de uma família cristã abastada e sem ligação com o Islã, chegou a partir mas foi barrada na Turquia.






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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Balduino IV, o rei cruzado e leproso de Jerusalém, amado de Deus – 2

Balduíno IV na batalha de Montgisard. Charles-Philippe Larivière (1798 – 1876).
Sala das Cruzadas, Museu de Versailles.



continuação do post anterior: Balduino IV, o rei cruzado e leproso de Jerusalém, amado de Deus – 1



Saladino respondeu invadindo a Síria do Sul. Balduíno reuniu o que lhe restava da tropa, desguarneceu audaciosamente Jerusalém e partiu para Ascalon, onde Saladino investia.

Este, logo que foi informado, subestimou seu adversário. Ele acreditava que a queda de Ascalon era uma questão de dias, e marchou sobre Jerusalém com o grosso de seu exército.

Balduíno compreendeu suas intenções. Saiu de Ascalon, fez um longo périplo e caiu repentinamente sobre as colunas de Saladino, em Montgisard.

O efeito da surpresa não compensava a desproporção dos efetivos em luta, e Balduíno sentiu a hesitação dos seus.

Desceu do cavalo, prosternou-se com o rosto na areia, diante do madeiro da verdadeira Cruz, que era levada pelo Bispo de Belém, e orou com a voz banhada de lágrimas.

Com o coração convertido, seus soldados juraram não recuar, e considerariam traidor quem voltasse atrás.

Rodeando o Santo Lenho, o esquadrão de trezentos cavaleiros se lançou impetuosamente.

“O vale entulhava-se com a bagagem do exército de Saladino — diz Le Livre des Deux Jardins — os cavaleiros francos surgiam ágeis como lobos, latindo como cães. Atacavam em massa, ardentes como uma chama”.

Batalha de Montgisard
Batalha de Montgisard
E puseram em fuga o invencível Saladino. Se este salvou a pele, foi graças à rapidez de seu cavalo e ao devotamento de sua guarda. Retornou ao Egito, abandonando milhares de prisioneiros. Balduíno logrou, enfim, uma vitória sem precedentes.

No ano seguinte Balduíno edificou o Gué-de-Jacob, fortaleza destinada a defender a Galiléia dos ataques de Damasco.

Guilherme de Tyr pretende que isso tenha sido feito pelas prementes solicitações de Odon de Saint-Amand, grão-mestre do Templo.

Em todo caso, qualquer que tenha sido o inspirador da idéia, não há dúvida quanto à importância estratégica de Gué-de-Jacob.

Em 1179 Saladino invadiu a Galiléia. Balduíno foi ao seu encontro, tentando surpreendê-lo como tinha feito em Montgisard. Mas como os muçulmanos se contivessem, ele foi cercado e caiu prisioneiro. Muitos foram mortos e presos nesse dia.

Pouco depois Saladino tomou Gué-de-Jacob e fez executar todos os templários que a defendiam.

Sybila, irmã do rei, acabava de casar — contrariamente aos interesses de Estado — com Guy de Lusignan, homem de beleza discutível, sem fortuna e sem talento.

Balduíno, pressionado pelos seus, minado pela doença, tinha consentido nessa união e dado a Lusignan os condados de Jaffa e Ascalon.

Tão logo a insignificância do marido de Sybila se manifestou, atiçaram-se as esperanças dos senhores feudais. Contava-se que o irmão de Lusignan, comentando o casamento, disse: “Se Guy for Rei, eu deveria ser Deus!” Tal a mediocridade que lhe era atribuída.

Nessa mesma ocasião, Isabel de Jerusalém desposava Anfroi de Toron, filho indigno de seu pai, o falecido condestável de Jerusalém, morto em defesa do rei.

O estado de Balduíno IV piorava dia a dia. Foi uma provação para sua mãe — que não tinha boa fama — e para a roda de seus cortesãos ambiciosos e amorais, ver a aproximação de Balduíno com Raimundo de Trípoli, único homem capaz de o aconselhar sabiamente.

Nesse momento reapareceu, libertado dos cárceres muçulmanos, o antigo príncipe de Antioquia, Renaud de Châtillon. Logo recomeçou suas aventuras, assaltando uma importante caravana de peregrinos com destino a Meca.

Esse ato rompia a trégua assinada por Balduíno IV e Saladino e ofendia as convicções religiosas dos muçulmanos, a cujos olhos o atentado afigurava-se monstruoso.

Intimado pelo rei a devolver os prisioneiros e o produto da pilhagem, ele recusou-se com arrogância, tornando assim evidente a incapacidade do doente de se fazer obedecer.

Imediatamente Saladino acorreu do Egito e invadiu a Galiléia, incendiando e devastando as colheitas, capturando rebanhos e semeando pânico por toda parte.

Renaud de Châtillon suplicou ao rei que salvasse seus feudos. Balduíno concedeu, vencendo Saladino em julho de 1182.

Em agosto, o infatigável maometano tentou tomar Beyrouth por uma ação combinada por terra e mar. Uma vez mais Balduíno afastou o perigo.

Impediu Saladino de se apoderar de Alepo e conduziu uma expedição até os subúrbios de Damasco. Assim, por toda parte, graças à sua energia sobre-humana, e ainda que daí em diante ele se fizesse carregar em liteira para as batalhas, o heroico leproso levava vantagem sobre o genial muçulmano.

Ele começava entretanto a perder a vista, a não poder mais se servir de seus membros. Os que lhe eram mais chegados o pressionavam a abandonar os afazeres do reinado, ou ao menos passar parte de suas responsabilidades a Guy de Lusignan.

Pode-se bem imaginar o drama interior desse rei de 22 anos, corroído por úlceras, semi-paralisado e quase cego, cercado pelas sombras da desconfiança e dos maus pressentimentos, atormentado de um lado pelas insinuações e sugestões pérfidas dos seus, e de outro pela alta idéia que ele fazia de sua missão de rei.

Morte de Balduíno IV
Morte de Balduíno IV
Se a lepra o enfraquecia, se ele não podia ter esperanças de se curar, sempre, entretanto, encontrava novas forças e resistia da melhor forma às ciladas da camarilha.

Como a doença entrasse numa fase evolutiva, ele devia lutar contra ela, e sobretudo contra a tentação de abandonar tudo para morrer em paz. Foi num desses períodos que ele consentiu, se bem que a contragosto, em investir Guy de Lusignan na regência do reino.

No primeiro encontro com Saladino, Lusignan deixou o exército franco ser massacrado. Recusou com altivez prestar contas a Balduíno IV, que o destituiu de seu cargo.

Para evitar que, pela complacência de Sybila, Lusignan se tornasse rei de Jerusalém após sua morte, designou seu sucessor o pequeno Balduíno V, filho de Guilherme “Longue Epée”.

Como a situação da Terra Santa estivesse desesperadora, ele enviou uma embaixada ao Ocidente, composta pelo Patriarca de Jerusalém, pelo Mestre do Hospital e pelo Mestre do Templo, o velho Arnaud de Torrage.

Renaud de Châtillon, que indiretamente tinha ajudado o rei a se desembaraçar de Lusignan, achou-se autorizado a retomar suas pilhagens, agora na mais alta escala.

Armou uma frota, que foi transportada ao Mar Vermelho em dorso de camelo. Devastando portos, interceptando comboios, essa frota ameaçou por algum tempo o caminho para Meca.

Saladino, excitado até o cúmulo do furor, destruiu os navios de Renaud e depois sitiou-o em sua própria fortaleza, o Krac de Moab. Balduíno IV reapareceu, agonizando em sua liteira, para lhe fazer frente. Saladino retirou-se.

O último ato de Balduíno IV foi o de reunir em São João d’Acre o parlamento de seus barões.

Guy de Lusignan, incapaz e rebelde, foi então oficialmente afastado do trono, e — o que não era senão justiça e sabedoria — a regência foi confiada a Raimundo de Trípoli.

Mais tarde, a 13 de março de 1185, o mártir rendeu sua alma a Deus, em presença se seus vassalos, dignitários e bons companheiros de guerra. Até os infiéis lhe tributaram homenagens.

(Autor: Georges Bordonove, “Les Templiers”, in “Catolicismo” nº 303)



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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Balduino IV, o rei cruzado e leproso de Jerusalém, amado de Deus – 1




Balduíno IV foi o último rei de Jerusalém com espírito de Cruzada. Guy de Lusignan, seu sucessor, foi um interesseiro, sob cujo reinado a Civilização Cristã perdeu a posse da Cidade Santa.

Na história das Cruzadas, nada é mais emocionante que o reinado doloroso de Balduíno IV. Nada, entre os vários exemplos famosos, pode atestar melhor o império de um espírito de ferro sobre uma carne débil.

Foi um rei sublime, que os historiadores tratam só de passagem, o que faz perguntar por que até aqui nenhum escritor se inspirou nele, exceto talvez o velho poeta alemão Wolfram von Eschenbach.

Nem o romance nem o teatro o evocam, entretanto sua breve existência cheia de acontecimentos coloridos forma uma apaixonante e dilacerante tragédia.

O destino sorria à sua infância. Robusto e belo, ele era dotado da inteligência aguçada de sua raça angevina (de Anjou).

Tinha sido dado a ele por preceptor Guilherme de Tyr, que se tomou de “uma grande preocupação e dedicação, como é conveniente a um filho de rei”.

O pequeno Balduíno tinha muito boa memória, conhecia suficientemente as letras, retinha muitas histórias e as contava com prazer.

Um dia em que brincava de batalha com os filhos dos barões de Jerusalém, descobriu-se que tinha os membros insensíveis:

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Natal 2015: entrou o Islã e o Presépio foi banido na Europa
até por bispos e prefeitos

O Menino Jesus proibido em dioceses italianas para não desagradar os islâmicos:
a pungente capa da revista "Tempi" que evoca "a justiça de Herodes"



No último Natal, o pároco de San Biaggio, na cidade de Monza, norte da Itália, decidiu cancelar a missa no instituto “Ente Católico de Formação Profissional”.

A decisão foi traumática para alunos e pais de família que estudam numa escola onde uma bela imagem de Nossa Senhora acolhe os estudantes todos os dias, segundo “Il Corriere della Sera”.

O pároco alega que os estudantes muçulmanos podem ficar chocados com “um ato de culto forte demais não só para quem professa uma fé diversa (leia-se os islâmicos), como também para aqueles que não frequentam a igreja”.

Com esse argumento não haverá mais missa de Natal na escola e, Deus não o permita, nem mesmo em toda a cidade.

O diretor da escola tentou explicar ao corpo de professores que “a missa não será feita para não discriminar”. Em seu lugar haveria um ato laico “com cantos e projeções de imagens”.

Na escola há muitas imagens católicas e os alunos muçulmanos nunca criaram problema.

O Instituto tem mais quatro escolas na região, onde a missa será celebrada como de costume.

“Nos anos passados os rapazes islâmicos iam à igreja com toda a classe sem problema. Em cada aula há um crucifixo. Nós damos três horas de instrução religiosa. Há sanduíches de salame e jamais ninguém se sentiu ofendido [O Corão proíbe comer carne de porco]. Que sentido tem renunciar agora à missa?” – perguntavam os professores.

A decisão do pároco Pe. Marco Oneta está em sintonia com a nova pastoral de acolhida aos imigrantes de maioria maometana. Mas o sacerdote sente que sua atitude soa em falso e tenta se defender da suspeita de uma traição à identidade católica italiana.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

O que é o islamismo e o Islã?
Ensinado por São João Bosco

Maomé no inferno (acima na direita). Giovanni di Pietro Falloppi, ou da Modena (1379 – 1455), Cappella Bolognini.
Maomé no inferno (acima na direita). Giovanni di Pietro Falloppi,
ou da Modena (1379 – 1455), Cappella Bolognini, Bolonha, Itália.




São João Bosco, mestre da juventude, é famoso também por ser autor de numerosos livros de ilibada formação religiosa católica.

Entre esses está o livro “O católico educado em sua religião: Colóquios de um pai de família com seus filhos segundo as necessidades do tempo, com epílogo do Sacerdote João Bosco”.

Esse livro foi publicado por vez primeira em 1853 e teve incontáveis edições, sendo usado pelos sacerdotes da egrégia congregação salesiana na sua labor evangelizadora e educadora em todos os continentes.

Também foi muito usado pelos pais de família católicos que desejam dar uma boa formação aos filhos.

O texto completo, em italiano, tirado das obras completas do grande santo, pode ser descarregado em PDF clicando aqui: "O católico instruido em sua religião" ("Il cattolico istruito nella sua religione".

O livro está redigido em forma de diálogos entre um pai de família preocupado com a salvação da alma dos filhos, e o filho mais velho, que fala em nome de todos os outros irmãos.

Reproduzimos a continuação o diálogo nº13 sobre o Islamismo, ou maometanismo.



Diálogo XIII. O Maometanismo.



Pai – Sem dúvida, não há ciência mais importante para um católico do que aquela que o instrui na sua religião. Ciência importante e, ao mesmo tempo, muitíssimo consoladora, porque tem uma base tão certa e tão clara, que todos os seus relatos nos fazem reconhecer o concurso da Onipotência divina.

Esta religião de Jesus Cristo, que se conserva somente na Igreja Católica Romana, segundo as palavras do mesmo Salvador, vai ser perseguida de alguma forma, mas jamais vencida.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Avalanche de jovens voluntários franceses inunda quartéis

Desfile na avenida Champs Elysées no centro de Paris.
Desfile na avenida Champs Elysées no centro de Paris.



A quantidade de jovens franceses que correu para se alistar no exército após os atentados de 13 de novembro (2015) foi algo nunca visto, observou o jornal “Le Monde”.

As inscrições via Internet triplicaram explicou o coronel Eric de Lapresle, chefe do serviço para o recrutamento do Exército.

“É um fenômeno totalmente inédito. Vemos reaparecer valores como a bandeira, símbolos nacionais, que foram um pouco esquecidos”, acrescentou.

De fato as candidaturas já vinham aumentando ao longo do ano, mas virou uma onda acima de tudo o que se podia imaginar após os atentados do dia 13 de novembro. Hoje se apresentam 1.500 candidatos por dia contra 500 diários antes dos atos terroristas.

Nas redes sociais havia uma divisão a respeito de Charlie Hebdo posta sua natureza insolente e anticristã. Mas após novembro se fez unanimidade. Ninguém mais em sites ou em Facebook questiona a unidade nacional, disse o coronel.

As Forças Armadas viviam momentos difíceis pois os governos, notadamente o do socialista François Hollande, vinham diminuindo as verbas e os equipamentos. Também o trabalho da mídia tende a desmoralizar a condição militar.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Vitória da Cristandade em Lepanto

Ali Pachá chefe supremo islâmico em Lepanto caiu abatido ç e sua morte semeou o desconcerto entre os sectários do Corão.
Ali Pachá chefe supremo islâmico em Lepanto caiu abatidoe
e sua morte semeou o desconcerto entre os sectários do Corão.



continuação do post anterior: Lepanto: se engaja a batalha do tudo ou nada



Num lance decisivo, Ali Pachá é abatido

Por duas vezes, os turcos penetraram na Real de D. João d’Áustria até o mastro principal. Sangrentas lutas corpo a corpo tiveram lugar ali.

E por duas vezes os valorosos soldados espanhóis rechaçaram as ondas de guerreiros turcos. O comandante católico levou um tiro no pé. Veniero, com seus 70 anos, combatia de espada na mão.

As primeiras forças de auxílio de Álvaro Bazan foram ao socorro da ala norte, salvando a situação. Bazan também percebeu o vão entre o centro e a ala de Doria, e enviou para lá mais algumas reservas para controlar a situação que já se tornava desesperadora.

As horas passavam durante o violento confronto. O tórrido sol da tarde fazia refletir sua luz nas águas do mar, agora tingidas de vermelho. As últimas naus de reserva foram enviadas ao centro, onde a batalha fervia.

As seis grandes galeaças de Duodo já haviam afundado, incendiado ou botado a pique incontáveis navios turcos.

Mas no centro, a luta era dramática para os católicos. As tropas de reserva chegaram apenas para salvar o generalíssimo ferido e já encurralado em sua própria nau.

D. João decretou que todos os prisioneiros por crimes pequenos que remavam nas galés receberiam a liberdade se combatessem valorosamente.

Os duzentos novos soldados de auxílio enviados por Bazan começavam agora a empurrar os turcos de volta para a Sultana.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Pio II: Papa que pregou as Cruzadas até morrer

Pio II. Bernardino di Betto, 'Pinturicchio' (1454–1513)
Pio II. Bernardino di Betto, 'Pinturicchio' (1454–1513)




"Ah, se estivessem agora aqui Godofredo, Balduino, Eustáquio, Hugo, Boemundo e Tancredo, e aqueles outros esforçados varões que um dia reconquistaram Jerusalém, penetrando com suas armas por entre os exércitos inimigos!

"Verdadeiramente, não nos teriam deixado pronunciar tantas palavras, mas se teriam levantado, exclamando com voz fervorosa, como outrora em presença de Urbano II, nosso predecessor: ‘Deus o quer! Deus o quer!’. Mas vós aguardastes em silêncio o fim do discurso, e nossas exortações não parecem ter-vos movido. ...

"Se o acreditais convenientemente, não recusaremos consagrar nosso corpo enfermo e nosso ânimo fatigado a Cristo Nosso Senhor para esta venturosa expedição. Por entre os acampamentos, por entre as fileiras de soldados, em meio dos mesmos inimigos, queremos fazer-nos levar alegremente em uma liteira, se assim nos aconselhais, e não nos limitaremos a andar com o espírito apoucado à caça de bonitas frases".

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Proezas portuguesas contra os mouros

Dom Afonso II, rei de Portugal
Dom Afonso II, rei de Portugal




No tempo de el-rei Afonso II foram vencidos em Salácia (Alcácer do Sal) mais de 60.000 mouros.

E na célebre batalha do Salado, em que el-rei D. Afonso IV de Portugal ajudou nervosamente a el-rei de Castela, morreram 200.000, pelo cômputo mais escasso.

Reinando D. Afonso V, cercou el-rei de Fez a Alcácer Ceguere, com 30.000 cavalos e inumeráveis de pé, mas saindo de dentro pouco mais de 30 cavaleiros portugueses, mataram tantos que os outros, com medo, levantaram o cerco.

A mesma felicidade se viu na tomada de Ceuta em tempo de el-rei Dom João I, e nas de Arzila e Tânger em tempo do dito D. Afonso V, e nos famosos sítios que sustentaram nossos capitães nestas praças, e na de Mozagão, e nas de Diu, Calecute, Chaul, Columbo, Cananor, Cochim, Malaca, contra mui poderosos inimigos.

No cerco de Diu, que sustentou o grande capitão Antônio da Silveira, sendo Fernão Penteado ferido gravemente na cabeça, foi ao cirurgião para que o curasse.

E achando-o ocupado na cura de outros, enquanto aguardava a sua vez, ouviu estrondo de um rebate que os turcos davam.

Não lhe sofrendo o coração não se achar nele, correu àquela parte onde, envolvido na refrega, ganhou segunda ferida grave na cabeça.

Com que apertado, tornou ao cirurgião, a quem achou ainda mais ocupado que antes.

E como neste tempo os turcos apertassem muito com os nossos, ele tornou a acudir com grande alvoroço, onde recebeu terceira cutilada no braço direito; e veio curar-se de todas três.