segunda-feira, 27 de junho de 2016

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Não ver isso é mentir.

Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa. Não ver isso é mentir.
Mons Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria:
islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Não ver isso é mentir.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



A Europa ficou mentalmente esvaziada e está pronta para ser conquistada pelas multidões de imigrantes que se julgam uma raça religiosa superior. 

Quem nega isto, mente ou erra, disse Mons. Gyula Márfi, arcebispo de Veszprém, Hungria, numa conferência pronunciada no Colégio Salesiano de sua diocese sob o título “Problemas demográficos no Mediterrâneo nos séculos XIX e XX”.

Nela o bispo manifestou com sinceridade o que pensa sobre a islamização da Europa em andamento, escreveu o blog Riscossa Cristiana.

“Acredito que a onda migratória tem finalidades específicas. Quem fala apenas de causas, ou mente ou erra. A superpopulação, a pobreza ou a guerra têm apenas um papel de segundo ou terceiro nível nessa migração”, explicou o arcebispo.

“Nas famílias muçulmanas nascem oito ou 10 crianças, não por amor, mas porque eles se julgam seres superiores e a Guerra Santa (Jihad) lhes impõe conquistar o mundo de qualquer jeito”, acrescentou D. Gyula.

“Na Sharia (sistema de direito e de moral islâmico) podemos ler que o mundo está constituído pelo Dar al-Islam (que é governado seguindo a Sharia) e pelo Dar al-Harb, quer dizer, território de guerra que deve ser ocupado de qualquer maneira.

“Isto está escrito, os muçulmanos apenas devem apreendê-lo de cor. Discutir isso está proibido, eles apenas executam aquilo que estão obrigados a fazer”…

No momento atual, o objetivo é ocupar a Europa”, prosseguiu.

Para essa tentativa de ocupação contribui o fato de se ter criado um vazio mental e sociológico na Europa. Não existe no continente uma ideologia forte, explicou o arcebispo, que não explicou qual poderia ser essa ideologia.

“No momento presente, na Europa todos professam o que bem entendem, mas geralmente ninguém acredita em nada. Esse é o terreno ideal para se conquistado pelo Islã” – acresceu Mons. Gyula Márfi.

Em sentido contrário – acrescentamos nós –, há algo que é muito mais que uma simples ideologia concebida por um pensador.

É o conjunto dos princípios indeléveis da Civilização Cristã que fez a grandeza da Europa e do Ocidente, apoiada em três princípios basilares: a Tradição, a Família e a Propriedade.

O arcebispo evocou um episódio esclarecedor:

Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior e querem conquistar Europa.
Arcebispo húngaro: islâmicos se julgam raça superior
e querem conquistar Europa.
“Bianka Speidl, que é uma especialista em Islã, contou que numa recente conferência em Londres, um professor muçulmano americano pediu perdão pelos atos terroristas, que projetam uma luz danosa sobre o Islã.

“Então, os estudantes universitários maometanos que estavam presentes em grande número lhe responderam com uma vaia. É necessário meditar sobre isso e levá-lo em linha de conta”, observou o arcebispo.

O Islã não é só uma religião, comenta o site Riscossa Cristiana, mas um sistema totalitário completo político e ideológico que está recoberto por um verniz religioso.

Os nazistas se achavam superiores pela raça, os comunistas pela classe, mas os muçulmanos se consideram superiores por causa dessa religião.

Eles classificam as pessoas segundo esse critério; e nós, que não somos maometanos, mas Kafir (infiéis), somos considerados inferiores por eles.

Nas suas doutrinas, os muçulmanos exibem esta dualidade de conduta. Debaixo de certo ponto de vista, eles agem como se fossem uma minoria, e sob outro ponto de vista, como se fossem a maioria. E por isso agem de modo diverso em circunstâncias diversas em relação aos infiéis (Kafir).

“Se a Europa passa a ser terra da Sharia (Dar al-Islam), então aquilo que foi conhecido como Europa cessará de existir. Temos que pensar nisto”, insistiu o arcebispo húngaro.

Mons. Gyula Márfi disse que essa é sua opinião e que não pretendia gerar uma atmosfera antimuçulmana, mas acha que vale a pena chamar a atenção das pessoas.

Além do mais, esta avaliando se é o caso de apresentar esses seus pensamentos ao Papa Francisco.

Compreende-se que ele tema perder sua arquidiocese e o prestígio de que goza na Hungria.



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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Jocelyn de Courtenay e os dois conceitos da felicidade

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: Jocelyn de Courtenay: o espírito guerreiro, a fidelidade a Deus e a felicidade na Terra



Na vida e na morte de Jocelyn de Courtenay aparece o choque entre dos dois conceitos de vida que se opõem.

Um é o conceito segundo o qual a felicidade consiste em gozar a vida.

Outro é o conceito segundo o qual, nesta terra a felicidade consiste em ter conhecido o verdadeiro ideal e o ter servido heroicamente, com sacrifício, ainda que pesadíssimo. E com tanto mais alegria quanto mais pesado foi o sacrifício.

Os dois modos de ver se apartam diametralmente um do outro.

O segundo é de tal maneira grande, que é até incalculável. Tudo o que nós possamos excogitar, para nos dar um ideia do que é que pode ser a nossa felicidade no Céu, não é de nenhum modo suficiente para compreender o abismo de felicidade em que está imersa a última das almas do Céu.

Porque é uma felicidade completa. Tem graus, mas é completa. Para cada um ela é completa. O mesmo se pode dizer do inferno.

De maneira que do ponto de vista da mera vantagem, do prazer, do deleite, vale a pena servir a Deus, que é o Senhor de todo bem, de toda bondade e que tem meios de nos recompensar magnificamente.

O idealista é mais feliz morrendo na realização de uma grande obra, do que vivendo entre coisas secundárias

Por detrás disso há a ideia e que nesta terra há mais alegria em morrer depois de ter servido à causa verdadeira do que em viver como um pachá.

Os paraquedistas franceses exprimiam isso dizendo: “Mais vale a pena ser uma águia um minuto, do que sapo a vida inteira”

Quer dizer, o esplendor do voo de uma águia que se perde no azul, ainda que for um minuto vale mais vale a pena do que ser ingloriamente um sapo no brejo, coaxando anos e anos e anos, se refocilando naquilo que é sujo, secundário e sem interesse.

Jocelyn de Courtenay fez um voo de águia com um lampejo de glória voltada para o Céu e considerou realizada a vida.

Pelo contrário, na concepção burguesa, a glória não representa nada. O gozo é a razão de ser da vida. Então é preciso afastar a glória para ter só gozo.

Há reflexos dessa mudança de mentalidade em toda a civilização moderna. Cem atrás os políticos faziam guerras pela glória e nas relações internacionais a glória da nação era fator preponderante.

Hoje as relações das nações são exclusivamente comerciais. Não entra em jogo a glória, o renome, a honra, nada disso. As nações vão se transformando em empresas comerciais e a diplomacia visa o negócio porque a ideia do gozo material invade tudo.

Antigamente nas relações entre as pessoas tinha um grande papel o distinguir alguém, honrá-lo, elogiá-lo, realça-lo. Hoje não. As relações são ou negócio ou cumplicidade no vício; não há outro estilo de relações.

Não se ouve dizer que fulano foi visitar sicrano por uma questão de prestígio. Negócios e lucros é o conceito que está se afirmando. É exatamente a abolição de todos os valores morais e a afirmação apenas da utilidade penetrando na vida.

Esse tom de coisas representa a vitória do materialismo.

E, ao mesmo tempo, sua derrota.

Por quê?

Aliás, isso se dá na Rússia também. Quando os povos ficam longamente privados dos bens da alma, começam a sentir fome deles e não se aguentam mais sem eles. Então começa a vir uma nova era histórica que pede a restauração dos bens da alma.

Nós estamos terminando um período de saturação materialista criminosa. Caminhamos para o ponto onde essa saturação vai morrer e a apetência das grandes coisas vai renascer com fome de leão.


(Autor: Plinio Corrêa de Oliveira, 16/9/72, sem revisão do Autor)


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segunda-feira, 13 de junho de 2016

Jocelyn de Courtenay: o espírito guerreiro,
a fidelidade a Deus e a felicidade na Terra

Jocelyn de Courtenay, ou Josselin II de Courtenay
Jocelyn de Courtenay, ou Josselin II de Courtenay
Luis Dufaur
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Jocelyn de Courtenay, ou Josselin II de Courtenay nasceu entre 1070 e 1075, foi para Terra Santa em 1101, onde morreu em 1131. Ele foi príncipe de Galileia e Tiberiades de 1113 a 1119 e conde de Edessa de 1119 a 1131.

Do livro Les Templiers, de Georges Bordonove tiramos a ficha seguinte sobre ele.

“Jocelyn de Courtenay foi senhor do Condado de Edessa, no limite norte do reinado latino de Jerusalém. Era neto dos Cruzados que conquistaram a Cidade Santa.

“Ao norte, o Condado de Edessa, havia sido invadido por um lugar-tenente de Reng, principal guerreiro muçulmano da época, perdendo seu velho senhor Jocelyn de Courtenay”.

“Esmagado pelo desabamento de uma torre que fora minada, Jocelyn foi retirado dos escombros todo desfeito. Em seguida os infiéis se precipitaram para cercar Faizum, residência do Patriarca de Edessa.

“Quase morrendo, Jocelyn se fez carregar para socorrer a fortaleza. E tal era o seu prestígio que, mesmo carregado numa liteira, ele amedrontou os turcos a ponto de fugirem diante de sua presença.

“Vencedor sem combate, Jocelyn rendeu graças a Deus, nestes termos dignos de uma canção de gesta:

‘Beau Sir Dieu Belo Senhor Deus , eu vos glorifico e agradeço como posso, por me terdes honrado tanto no século, principalmente agora, ao encerrar a minha vida.

‘Vós me sois tão misericordioso e magnânimo, que quisestes que de mim semi-morto e impotente, reduzido a uma carcaça que nem a si mesmo pode ajudar, os inimigos tivessem um tal pavor que não ousaram esperar no campo de batalha e fugiram todos por causa de minha chegada.

Beau Sir Dieu, eu bem sei que tudo isso prova a Vossa bondade e Vossa cortesia’.

“E tendo dito essas coisas, de todo coração recomendou-se a Deus e em seguida sua alma o deixou”.

Confrontando a posição desse homem e a mentalidade moderna nós compreenderemos tudo quanto de épico e de reluzente existe em seu espírito.

Josselin gravemente ferido conduz suas tropas em socorro de Faizum. Iluminura do século XIII.
Josselin gravemente ferido conduz suas tropas em socorro de Faizum.
Iluminura do século XIII.
Ele foi um guerreiro de uma família feudal que era senhora de uma cidade na Terra Santa. Ele era descendente de Cruzados, lutou valentemente pela Santa Sé, e entretanto, as desgraças se acumularam sobre a família dele e sobre ele, uma em cima da outra.

A cidade da qual ele era senhor feudal foi invadida. Ele perdeu, portanto, esse ponto de apoio, essa fortuna, esse fator de prestígio.

Guerreiro, ele foi esmagado pelo desabamento de uma torre e foi reduzido a uma carcaça.

Ele poderia, segundo os padrões modernos, ter uma queixa de Deus. Porque ele poderia achar normal que Deus o premiasse na Terra.

E achar – aqui está o ponto sensível do problema – que o prêmio consistiria em ele viver na cidade dele, como senhor feudal, feliz, rico, tranquilo, sem guerras nem aborrecimentos, sem heroísmo nem provações, gozando a vida largamente, fazendo viagens, anexando outras terras por algum casamento lucrativo, fazendo negócios,. Enfim, levando uma vida burguesa.

Esse homem, pelo contrário, perde todas as coisas que representavam o regalo da vida burguesa ou da vida aristocrática com sabor burguês.

Ele é reduzido por um acidente glorioso ao longo de uma luta a uma carcaça, como ele diz.

Ele poderia ficar queixoso em relação a Deus. Entretanto, o que é que se dá?

Ação de graças do guerreiro que sente sua vida realizada

Ele era um grande guerreiro e um grande general. Pela sua fama os adversários várias vezes tinham fugido dele no campo de batalha.

Na última vez, sabem que ele é levado para o campo de batalha. E embora saibam que ele vai numa liteira e que ele não pode se mover, têm medo do ímpeto que ele comunica aos soldados, têm medo do talento guerreiro dele e, por causa disso, fogem.

Ele se considera realizado bem ao contrário do ideal burguês do homem de nosso século.

Mapa do Condado de Edessa, 1098-1131
Mapa do Condado de Edessa, 1098-1131
E ele diz: “Meu Deus, eu tenho alegria de ter sido feito carcaça por amor a Vós. Vós me dais mais uma alegria, ó Deus: é de ter dado tanto medo nos meus inimigos que eles fogem todos.

“Simplesmente sabendo que esta pobre carcaça, que já não pode andar por si, esta pobre carcaça está no campo de batalha, os inimigos fogem!

“Meu Deus, como Vós fostes bom para mim! A minha vida atingiu seu objetivo: eu Vos servi como um herói. E a prova disso é que os Vossos inimigos têm medo de mim.

“Eu Vos agradeço, ó meu Deus, a Vossa bondade”.

E depois essa expressão deliciosa: “Eu Vos agradeço a Vossa cortesia!”

É delicioso esse conceito de Deus cortês, elegante, distinto para com sua criatura.

Tendo dito isso, ele assume a atitude do Nunc dimitis do velho Simeão:

“Agora chamai em paz o Vosso servo, porque a minha alma viu o meu Salvador”.

A alma não viu o Salvador, a alma viu a realização da vida que ele tinha querido ter na terra. Ele morreu, e sua alma foi para o Céu.


continua no próximo post: Jocelyn de Courtenay e os dois conceitos da felicidade



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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Assalto do Islã: a grande batalha pelo coração da Cristandade

Kara Mustafá Pashá chefiou a invasão islâmica e o assalto de Viena em 1683
Kara Mustafá Pashá chefiou a invasão islâmica e o assalto de Viena em 1683
Luis Dufaur
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No ano de 1683, a capital austríaca foi cercada por um imenso exército muçulmano vindo de todo o Oriente. De sua defesa dependeu o futuro da Cristandade. O Papa Inocêncio XI convocou uma Santa Liga dos povos cristãos para salvar a Áustria e a Europa cristã.

Ao ver chegarem uma clava e uma bandeira de comando, presentes do imperador turco, o conde húngaro Américo Thököly creu realizarem-se seus ambiciosos desejos de senhorio sobre toda a Hungria, quebrando os laços com a Áustria.

Educado no ódio contra a Áustria, sobretudo um ódio religioso contra a Igreja Católica, o conde Thököly pôs-se secretamente ao serviço do império otomano, levando depois a Hungria a se rebelar e tomar parte na luta contra a Áustria.

Em anteriores artigos foram relatados fatos históricos sobre as tentativas de expansão muçulmana sobre a Cristandade na Europa.

Não é de estranhar que hoje o “Estado Islâmico” tente repetir os “feitos” de seus antepassados..

A Áustria católica era então a grande muralha de proteção da Europa contra a invasão muçulmana proveniente do império turco.

Foi um momento transcendental da História; importante como o ano 732, quando os árabes foram barrados diante de Tours, por Carlos Martel na batalha de Poitiers.(1)

Prelúdio da batalha

Devido a vínculos de casamento, e mais especialmente à necessidade de proteção da Hungria contra os muçulmanos, desde 1526, após a Batalha de Mohács, os imperadores austríacos assumiram o reino húngaro.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

A rainha Isabel, a Católica, faz Cruzada contra os mouros

Encenação cinematográfica do rei mouro Boabdil.
Encenação cinematográfica do rei mouro Boabdil.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Isabel, a Católica, a rainha que empreendeu uma Cruzada


A cruzada contra os infiéis maometanos

Um dos maiores empenhos que Isabel teve em seu reinado foi mover a guerra santa contra o invasor muçulmano.

Para esse empreendimento, obteve do Papa as mesmas indulgências de Cruzada concedidas aos que iam lutar na Terra Santa, tendo o Sumo Pontífice lhe enviado uma cruz de prata para ir à frente de seus exércitos.

Nas várias campanhas que encetou, e sobretudo na reconquista de Granada, Isabel arrebatava seus soldados por sua energia sobre-humana, senso do dever e espírito sobrenatural.

Estes “criam que ela era uma santa. Como Santa Joana d’Arc, sempre lhes recomendava viver honestamente e falar bem. Não havia nem blasfêmias nem obscenidades no acampamento onde ela se achava, e viam-se curtidos soldados ajoelhar-se para rezar, enquanto se celebrava a missa ao ar livre por ordem da piedosa rainha”.(7)

A presença da soberana era para os guerreiros como uma garantia de vitória, pois lhes inspirava valor e confiança. Até os mouros admiravam a grande rainha, cantando sua bondade e beleza em suas canções, apesar de a temerem como inimiga.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Isabel, a Católica, a rainha que empreendeu uma Cruzada

A rainha Isabel a Católica
A rainha Isabel a Católica
Luis Dufaur
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Muito foi escrito sobre esta soberana cujo processo de canonização está em andamento.

Seguem algumas pinceladas de sua extraordinária existência, ressaltando do seu aspecto guerreiro e espírito de cruzada, o que é possível transmitir num simples artigo.

Filha de João II, Rei de Castela, e sua segunda esposa, nasceu Isabel a 22 de abril de 1451 na pequena cidade de Madrigal das Altas Torres.

Aquela que seria a última mulher cruzada descendia, tanto pelo lado paterno quanto pelo materno, de dois reis santos e cruzados: São Luís IX, da França, e seu primo São Fernando III, de Castela.

Falecendo o pai quando sua idade era pouco mais de três anos, foi educada piedosamente pela mãe, juntamente com seu irmão menor Afonso.

“Bordava telas e casulas, costurava roupas para os pobres, aprendia a fiar como as mulheres do povo. Tecia sedas, urdia e confeccionava tapetes com assombrosa habilidade”.(1)

Aos 11 anos foi levada com Afonso por Henrique IV, seu meio-irmão, para a corte castelhana, considerada então a mais corrompida da Europa.

Na corte castelhana, dois partidos em disputa

Na corte castelhana, “a princesinha estudava música, pintura, poesia, costura e gramática. Cada dia passava muito tempo em oração pedindo a Deus que os guardasse, a ela e a Afonso, livres de todo pecado; e especialmente invocava a Bem-aventurada Virgem, São João Evangelista e o apóstolo São Tiago, patrono de Castela”.(2)

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Estado Islâmico esquarteja prisioneiros para vender os órgãos

Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Mosul: adeptos do Corão tiraram cruzes e substituiram por bandeiras negras do fanatismo islâmico
Luis Dufaur
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O Estado Islâmico achou no Corão base para mais atos perversos. Estes consistem, segundo o jornal “El Mundo” de Madri, em arrancar os “órgãos sãos do corpo dos apóstatas” para salvar a vida dos bons e piedosos muçulmanos.

Dessa maneira o comércio de órgãos humanos virou florescente negócio nos confins do califado.

“Há provas nos textos, nos princípios e nas leis islâmicas que respaldam o transplante de órgãos sãos do corpo de um apóstata para salvar a vida de um muçulmano ou substituir algum de seus órgãos danificados”, ensina uma fatwa (edito religioso) assinada pelo Comitê de investigação e fatwas do Estado Islâmico.

O Estado Islâmico controla vastas zonas da Síria e do Iraque sobre as quais está perdendo o domínio. Ele justifica essa crueldade alegando que os militantes feridos e doentes lotam as clínicas.

E os líderes religiosos da facção islâmica manipulam a imensa, confusa e imoral literatura religiosa corânica para justificar os piores crimes.

O decreto religioso que justifica a vivissecção dos “apóstatas” argui que “se os juristas permitiram, quando necessário, o consumo de carne humana para evitar a morte, torna-se até mais apropriado transplantar os órgãos de infiéis para corpos de muçulmanos”, diz “El Mundo”. O decreto relembra que as vidas dos adversários podem ser usurpadas “com total impunidade”.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

São Francisco Xavier sobre os muçulmanos: peste grosseira e escravizadora que vive na ignorância de seus dogmas

São Francisco Xavier, igreja do Gesù, Roma
São Francisco Xavier, igreja do Gesù, Roma
Luis Dufaur
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Excerto de carta de São Francisco Xavier SJ, aos padres e irmãos da Companhia de Jesus em Roma.

 Ela foi escrita em Amboine (também Amboina ou Ambon), nas Ilhas Molucas, no dia 10 de maio de 1576.

A Carta é a nº 58 do epistolário do apóstolo da Índia, Japão e China.

As Ilhas Molucas hoje fazem parte da Indonésia.


9. Sobre as Molucas, é um arquipélago considerável, quer dizer, um país constituído por um número infinito de pequenas ilhas; mas não é certo que elas não se liguem ao continene por algum lado.

Todas essas ilhas são muito povoadas. Seria fácil reuni-las sob o império da Cruz, se houvesse misionários e se nossa Sociedade pudesse instalar uma casa.

É por isso que eu consagraria todos meus esforços para obter uma fundação nesta extremidade do mundo; eu vejo desde já a perspectiva da expansão de suas conquistas.

10. Em Amboine, de onde vos escrevo, os pagãos são bem mais numerosos que os maometanos e têm horror deles, porque os obrigam a usar o turbante, ou os reduzem à escravidão.

Pois a maioria dos idólatras sente um horror igual pelo nome de Maomé e da escravidão; e se tivessem missionários, eles entrariam sem esforço no rebanho de Jesus Cristo, cuja doutrina lhes causa infinitamente menos repugnância que a do pretenso profeta. . .

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Refugiados cristãos acossados por muçulmanos em asilos alemães pensam voltar ao Oriente Médio

Cristãos emigrados pensam em voltar para o Oriente Médio. Na foto Mosul, Iraque.
Cristãos emigrados pensam em voltar para o Oriente Médio. Na foto Mosul, Iraque.
Luis Dufaur
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“Muitos cristãos que chegaram à Alemanha provenientes do Oriente Médio sofrem pressões tão fortes nos campos de prófugos por parte dos imigrantes muçulmanos, que preferem voltar para as suas casas”, escreveu o superior do mosteiro ortodoxo de São Jorge, a 100 quilômetros de Berlim, Daniel Irbits.

Segundo o site “Religión en Libertad”, ele denunciou a dramática situação dos cristãos nos campos de acolhida – parece ironia – alemães numa carta ao ministro federal para os Assuntos Especiais, Peter Altmaier que também é membro do Conselho para a Integração, órgão do governo.

O primeiro a denunciar em extensa reportagem as violências que sofrem os cristãos nos campos de prófugos da Alemanha foi o jornal “Die Welt”.

Nos campos de asilados, os cristãos são “ameaçados de morte e tratados como animais pelos muçulmanos. Com grande preocupação e vergonha, soubemos que os migrantes cristãos procedentes da Síria, da Eritreia e de outros países, ficam expostos a ultrajes, perseguições e violência por parte de seus colegas muçulmanos em nossos campos de prófugos”, escreveu o monge Daniel ao ministro responsável da acolhida. Os casos, infelizmente, “não são raros e a violência vai até ameaças de morte e feridas graves”, acrescentou.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Um diálogo sincero entre um rei santo e um ímpio maometano

Caravaca de la Cruz: santuário erigido para custodiar a relíquia da Verdadeira Cruz.
Caravaca de la Cruz: santuário erigido para custodiar a relíquia da Verdadeira Cruz.
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Batalha de São Fernando contra os mouros na Espanha


Sultão: Tranquilo, sim... o deve estar, e com sobrada razão, quem não tem coração, ou como o teu, que é de neve!

De grande ruindade se necessita – disse ruindade?, de covardia! – para vir neste dia falar de uma Cruz bendita, de um Deus que será um qualquer, e que na verdade e não gracejando, será um criado de Maomé dos de mais baixa extração.

São Fernando: Ímpio, cala esses lábios!